segunda-feira, 15 de março de 2010

Jantar de Ano!

Olá a tod@s!


Fica aqui uma das fotografias tiradas durante o jantar de ano que teve lugar no passado dia 10. Afinal a vida não é só ser estagiário/a!!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

O fim? Ou o início?

Quando se entra na universidade parece o início, o quarto ano tem cheiro de terminação e o quinto faz pensar em fim...Mas quando realmente se começa o estágio o pensamento é: Afinal agora é que vou começar...
Chegar ao quinto ano tornou-se então o início. O início das dúvidas, das certezas, do desafio e de me conhecer enquanto psicóloga, e o que até agora parecia longínquo torna-se realidade...O primeiro cliente, as primeiras desilusões e as primeiras surpresas do que realmente somos capazes de fazer. E sabemos fazer tanto e tão pouco, e parece que sabemos tanto, mas temos tanto para aprender e parece uns dias tão difícil e outros tão fácil...

E faz pensar também: agora que estou no início o que vou fazer depois?

Paula Cunha, delegada do 5º ano do mestrado integrado em psicologia


O desafio está lançado... Estamos no fim ou no inicio?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Eu e o Meu Estágio

A experiência de estágio, ainda que possa ocorrer numa diversidade de contextos mais ou menos conhecidos previamente, exige que o aluno a finalizar o Mestrado Integrado em Psicologia desenvolva e se adapte a um novo papel e uma nova identidade: a de profissional de psicologia.
Existem um conjunto de tarefas e desafios que o ano de estágio exige: lidar com a organização e logística de apoio aos estágios por parte da universidade e das instituições que os acolhem; articular-se com os seus supervisores; desenvolver competências relacionadas com a intervenção psicológica, mas também competências sociais que lhes permitam a colaboração com outros profissionais.



Na prática trata-se de:
· Competências específicas da prática psicológica (e.g. competências de atendimento e de escuta, conceptualização de casos, competências de intervenção psicológica...);
· Competências institucionais (e.g. compreensão da orgânica e complexidade dos contextos, capacidade de comunicação com outros profissionais, capacidade de trabalho em equipa…); e
· Competências transversais (e.g. espírito de iniciativa, competências de planificação, criatividade, competências de gestão de tempo e de informação, consciência ética, entre outros).


Estas novas tarefas implicam a integração dos conhecimentos assegurados durante os primeiros 4 anos de formação, mas também uma capacidade de pesquisa e aprendizagem autónoma para fazer face às múltiplas tarefas que o estágio exige. É, por isso, também uma época em que se questiona a qualidade e pertinência da formação assegurada ao longo da formação predominantemente teórica e se tem mais consciência das limitações, o que implica pensar sobre as necessidades de formação posterior.



Ainda que o balanço acabe por ser, quase sempre, positivo, a vontade de desistir pode parecer atraente em fases de maior trabalho e tensão, ou quando as dúvidas sobre as próprias capacidades se tornam mais intensas.



No final os ganhos deverão ser não só uma maior capacidade de avaliar, conceptualizar e intervir, como ter desenvolvido competências pessoais que assegurem um sentido de responsabilidade, maturidade, autonomia e flexibilidade, bem como um maior sentido crítico. Se isso acontecer, o estágio terá valido a pena!


Ângela Maia

Coordenadora do GPS

Olá a Tod@s!

Para quem não nos conhece, o Grupo de Promoção da Saúde está vinculado ao Serviço de Psicologia da Universidade do Minho (Escola de Psicologia) e é coordenado pela Doutora Ângela Maia. A missão principal do GPS é a promoção de estilos de vida saudáveis junto da comunidade académica da UM. A sua actividade desenvolve-se em torno de dois vectores. Por um lado, pretende investigar problemáticas e temáticas no âmbito da promoção da saúde; por outro lado, tem como objectivo implementar programas e iniciativas nesta área.
Este blogue surge dos relatos informais de quem frequenta (ou enfrenta?!) o 5º ano do Mestrado Integrado em Psicologia. Nos encontros entre colegas é frequente ouvir como esta é uma experiência única, mas, por vezes, esmagadora. O contacto com a realidade e o mundo de trabalho pode gerar sentimentos de sobrecarga, tanto a nível académico como emocional.
O estágio pode ser uma experiência bastante solitária, principalmente se o local de estágio só tem uma vaga. As caras e os ouvidos que se estava habituado a ver todos os dias desaparecem e dão lugar a novas pessoas, que poderão não perceber na totalidade todos os desafios que se enfrentam.

É neste sentido que se pretende que este blogue seja um espaço de partilha de experiências. Para que possamos perceber que não estamos assim tão sozinh@s nesta fase em ainda não deixamos de ser estudantes mas já nos sentimos um bocadinho como psicólog@s

Para poderem participar, podem deixar comentários OU submeter textos para serem publicados no blogue para o email gps.saude@gmail.com. Não precisam de se identificar, basta dizerem a que área pertencem.

“Life has meaning only in the struggle” (Canção de Guerra Swahili)

Com votos de boas escritas e de uma vida saudável,
GPS